Não há problema que não se resolva na base da conversa…

Tem coisa melhor que conversar? Com quem a gente gosta é melhor ainda! Bater papo, só. Trocar ideias sem grandes pretensões é a melhor hora para aparecer aquela grande ideia ou aquele ponto do vista que nem tinha passado pela cabeça.
Mas aqui quero falar da conversa terapêutica mesmo. É com esta que eu trabalho e com esta que eu consigo mostrar ao outro a importância de conversar consigo mesmo, através de mim. Na psicoterapia a conversa é terapêutica porque eu não interajo como amiga, mas como quem tem uma escuta acolhedora e treinada para identificar as famosas “caraminholas”, as defesas, os boicotes e as armadilhas que muitas vezes armamos para nós mesmos. 
Aqui a conversa é outra, com a função que não é de trocar com o outro, mas a de centrar a pessoa em si mesma para que ela encontre a sua necessidade e a sua solução para o que sente. 
E é nesta conversa, entre tantas emoções, percepções e pensamentos, que eu realizo o meu trabalho cuja principal ferramenta é “apenas” conversar.

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