“Vai engolir mais este sapo?”

 

Quem nunca?

Está tudo bem. Vamos vivendo a vida do jeito que estamos habituados e de repente aparece uma situação em que temos que colocar algum limite e pronto!

Limites são as barreiras que separam o meu espaço do espaço do outro, ou como diz o popular: “Sua liberdade começa onde termina a minha”. E como é isso na prática?

Seja pelo que fizemos, seja pelo que sentimos, ficamos com um incômodo dentro do peito, um sapo entalado na garganta, uma pedra enorme nos ombros e não temos a menor ideia de como vamos nos livrar desta “coisa” que incomoda tanto.

Os dias vão passando, as coisas se ajeitam novamente e vamos vivendo a vida até que……bom, você já sabe: tudo se repete! Outra situação que alguém nos invadiu e que deixamos passar, apesar de por dentro estarmos reclamando e sofrendo.

Esse monte de repetição de situações mal resolvidas, de acúmulos de palavras não ditas ou ditas de forma completamente “sem noção”, de um jeito mal feito, é o que causa a tal infelicidade. Com o passar do tempo, vamos perdendo a satisfação, a alegria, a vontade de ser feliz. Anos e anos de sapo na garganta, viram um verdadeiro brejo, pode acreditar!

É nessa hora que aparece a importância de você saber quem você é.

Parece fácil, mas é dos maiores e mais difíceis aprendizados da vida: aprender a conhecer as suas reações. Conhecer os seus sentimentos, seus pensamentos e principalmente aprender a atuar na vida de acordo com a sua melhor versão, com adequação, do jeito que você é.

Este é o ponto mais bacana que alcançamos num processo de psicoterapia.

Todos temos pontos positivos e negativos, defeitos e qualidades, coisas boas e ruins que moram dentro de nós; somos tudo isso ao mesmo tempo e é por isso que dá trabalho saber como agir a cada situação diferente da vida. Somos o que aprendemos desde o dia de nosso nascimento e se aprendemos a viver de uma forma confusa, que não combina com a vida adulta por exemplo, temos que aprender a mudar. Fazer o mesmo de sempre trará sempre os mesmos resultados, que já sabemos quais são.

Sentir prazer em ser quem você é e sentir alegria por responder como você responde diante das coisas que vive é o que chamamos de ter uma boa (ou alta) autoestima. É estimar o seu jeito, ser seu amigo e se sentir feliz com seu jeito, com seu modo de viver.

Se você já experimentou esta sensação, sabe bem do que eu estou falando. Se não, que tal começar a pensar nisso?

Ser alguém mais parecido com o que VOCÊ quer ser, afinal, é para isso que estamos vivendo, não é mesmo?

 

 

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