Orange is the New Black

Seriado americano do Netflix, Orange is the New Black é daquelas séries que quando começamos a ver fica difícil parar. Se você gosta de filmes que têm tensão, violência, sexo e uma variação infinita de comportamentos, você vai se questionar muito com as meninas da prisão de Litchfield.

A série conta a história de Piper, uma moça criada numa família tradicional americana que se envolve com o tráfico de drogas e após 10 anos do crime, resolve se entregar à justiça. Assim, ela é condenada a 15 meses de prisão e começa a história que envolve as histórias de outras detentas, o abuso das autoridades, a corrupção interna na cadeia, a homossexualidade e o consumo de drogas, entre outros temas.

Assistir ao seriado nos coloca em séria reflexão sobre valores, hábitos e comportamentos, aos quais todos estamos sujeitos, principalmente quando temos que lidar com o nosso lado mais instintivo, o de sobrevivência.

Em quatro temporadas até agora, OITNB nos ensina e nos emociona na mesma intensidade.

Vale a pena respeitar a indicação de faixa etária e se envolver com a história das mulheres mais perigosas do presídio.

E você assiste? Se sim, comente e vamos debater mais sobre o tema.

 

 

otnb

 

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2 Thoughts to “Orange is the New Black”

  1. Nanci

    Eu adoro! Apesar de ser um tanto pesada na forma que se coloca, mostra também toda fragilidade que o ser humano possui… sempre me questiono como cada uma se posiciona para sobreviver num ambiente tão cheio de regras, que na verdade são desafiadoras e tão fora dos padrões estabelecidos, muitas vezes no limite da sanidade duta humana.

    1. Luciana Lopes

      Pois é, Nan. Eu tb penso muito nesta fragilidade que este tipo de ambiente proporciona e fico bastante impressionada com a variação de comportamentos diante do mesmo problema ou da mesma situação. São abordagens que a maioria de nós não está muito acostumada a ver, principalmente em relação aos pequenos detalhes que para nós que estamos livres são tão corriqueiros. Vamos conversar mais sobre, ok? Obrigada por escrever! Beijos

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